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quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Sedução nas Highlands de Maya Banks

Sedução nas Highlands
de Maya Banks

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 296
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722527767

Sinopse

Alaric McCabe, inteiramente leal ao seu irmão mais velho, lidera o seu clã na luta pelo que lhes pertence por nascimento. E está também preparado para se casar por dever. Mas, quando vai a caminho de pedir a mão de Rionna McDonald, filha de um chefe das terras as mais próximas, sofre uma emboscada e é deixado como morto. A sua vida é milagrosamente salva pelo toque suave de um anjo das Highlands, uma beldade corajosa que porá à prova a lealdade de Alaric para com o seu clã, a sua honra e os seus desejos mais íntimos.
Keeley McDonald, uma pária do seu próprio clã, foi traída por aqueles que amava e em quem confiava. Quando o cavaleiro ferido cai do seu cavalo, ela sente-se atraída pelo seu corpo esbelto e forte. O brilho dos seus olhos verdes acende nela a chama da paixão, que os acompanhará até ao castelo de Alaric, onde o seu amor proibido os levará mais longe nos prazeres da carne. Mas à medida que a conspiração e o perigo se fecham à sua volta, Alaric vê-se obrigado a fazer uma escolha impossível: irá ele trair os seus laços familiares pela mulher que ama?


quarta-feira, fevereiro 19, 2014

O FILME LEGO: ALIADOS PODEROSOS - Cuidado com o Polícia Robô!



Aposta da Warner Bros em 2014, O FILME LEGO chega às salas de cinema no dia 27 de fevereiro. Mas, antes de se estrearem no Grande Ecrã, em Portugal, Emmet e as outras personagens, estrelas deste fantástico filme, já brilham nas páginas dos livros.

O Filme Lego: Aliados Poderosos é um dos três livros oficiais que já estão à venda em todo o país, e vai proporcionar a filhos e pais momentos bem divertidos em conjunto.

Recheado de atividades – diferenças, jogos de sombras e reflexos, ideias de construção, jogo do procura e descobre, sopas de letras, entre outras -  e com textos para leitura acompanhada, O Filme Lego: Aliados Poderosos traz, ainda, uma OFERTA especial: MINIFIGURA LEGO POLÍCIA-ROBÔ!

Este é, sem dúvida, um livro que ninguém vai querer perder!


O FILME LEGO - O livro oficial que vai deixar pais e filhos doidos!

Boa Tarde estrelinhas,

quem é que ai gosta de lego? E quem é que tem filhos que gostam de Lego? Bem eu confesso que tenho duas crianças em casa, um na casa dos 30 e outro de 7, qual o pior? Eu não sei, apenas sei, que LEGO é a palavra chave aqui em casa para manter a Ordem *riso* e agora com o filme? Sim eu vou reinar aqui em casa, e eles vão andar como anjinhos, quietos e sossegadinhos. isto se querem ir ver.

Mas melhor ainda? Oferecer o livro aos nossos tesourinhos.

O Filme que não devem perder, uma ida ao cinema com as crianças. Eles vão adorar!



Grande aposta da Warner Bros em 2014, O Filme Lego chega às salas de cinema no dia 27 de fevereiro. Mas, antes de se estrearem no Grande Ecrã, em Portugal, Emmet e as outras personagens, estrelas deste fantástico filme, já brilham nas páginas dos livros.

O Filme Lego: Livro Oficial é um dos três livros oficiais que já chegaram às livrarias e que vão fazer as delícias das crianças e pais.

Com OFERTA de um PÓSTER, este é um livro que vai incentivar os mais novos a ler de uma forma divertida. Junto com os pais, as crianças vão descobrir histórias sobre os habitantes mais felizes da Aldeia do Tijolo, ler uma mensagem especial do Presidente Negócios e, ainda, ter acesso a um episódio inédito de Onde Estão as Minhas Calças?

Um livro que ninguém vai querer perder! 




BOOKSMILE: O FILME LEGO: Preparar, Apontar, Colar!


Aposta da Warner Bros em 2014, O FILME LEGO chega às salas de cinema a 27 de fevereiro. Mas, antes de se estrearem no Grande Ecrã em Portugal, Emmet, Super Cool e as outras personagens, estrelas deste fantástico filme, já brilham nos livros.

O Filme Lego: Preparar, Apontar, Colar! é um dos três livros oficiais que já estão à venda em todo o país, e vai proporcionar momentos bem divertidos, e de qualidade, entre pais e filhos.

Este livro de autocolantes superdivertido traz imensas atividades - puzzles, diferenças, labirintos, entre muitas outras - e mais de 230 fabulosos autocolantes para colar nas páginas. Vão ser horas e horas de momentos de partilha em família.

Prepara-te para uma aventura espantosa! Um livro que ninguém vai querer perder!


sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Feliz Dia Dos Namorados

Boa Tarde Estrelinhas,



Feliz dia dos namorados, e para aqueles que não tem, não deprimem, o nosso namorado/amante, pode ser quem nós quisermos por isso.... é só escolheres um bom amante da tua estante, ou ir a correr comprar um, e ter uma noite a "dois" muito sossegada e tranquila no quentinho da nossa casa, acompanhados por um bom chocolate quente ou um bom vinho.

Boas leituras *sorriso*

Robopocalipse

Robopocalipse
de Daniel H. Wilson; Tradução: Ana Soares

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 368
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722527583

Sinopse

Num futuro não muito longínquo, a espantosa tecnologia que gere o nosso mundo vira-se contra nós. Controlada por uma inteligência artificial infantil, mas extremamente poderosa, chamada Archos, a rede global de máquinas de que o nosso mundo se tornou dependente transforma-se de repente num inimigo implacável e mortal. Na hora H, o momento em que os robôs atacam, a espécie humana é quase completamente erradicada, mas, à medida que os sobreviventes se começam a reagrupar, a humanidade une-se pela primeira vez num esforço concertado de resistência.
Este é o relato oral do conflito, contado por um elenco internacional de sobreviventes que viveram na pele este confronto longo e sangrento com as máquinas.
Robopocalipse é um épico brilhante, cheio de ação e de pormenores ricos, com implicações arrepiantes no que diz respeito à tecnologia que nos rodeia.

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

Um Gato, um Chapéu e um Pedaço de Cordel

Um Gato, um Chapéu e um Pedaço de Cordel
de Joanne Harris

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 336
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892325354

Sinopse
«As histórias são como bonecas russas: abrem-se e em cada uma encontra-se uma nova.
As histórias neste livro são um pouco assim. Embora ao princípio não pareçam estar relacionadas, os leitores descobrirão que elas estão ligadas de várias maneiras, umas com as outras e também com os meus romances.
Para mim, as histórias são como mapas de mundos ainda por descobrir. Espero que estas vos levem a avançar um pouco mais por esse território inexplorado.»

Joanne Harris

Crianças de vida difícil e coração vibrante, fantasmas domésticos, velhas senhoras em busca de aventura, uma paixão impossível sob os céus de Nova Iorque, a improvável magia de uma sanduíche, as extravagâncias a que a saudade obriga…
O universo romântico, místico e sempre especial de Joanne Harris está de volta em dezasseis histórias que são como bombons: deliciosas, tentadoras e irresistíveis.

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

A Casa dos Espiritos

A casa dos espíritos
de Isabel Allende

Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 408
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04445-7
Idioma: Português

Sinopse
Nesta sua surpreendente obra de estreia, Isabel Allende constrói um universo repleto de espíritos, de personagens multifacetadas e humanas, entre elas Esteban Trueba, o patriarca, que vive obcecado pela terra e pela paixão absoluta pela esposa, que ele sente sempre para lá do seu alcance.

Clara é a matriarca esquiva e misteriosa, dotada de poderes sobrenaturais, que prediz as tragédias da família e estabelece o destino da casa e dos Trueba. Blanca, a sua filha suave e rebelde, nutre um amor pelo filho do capataz do seu pai, o que provoca o desprezo de Esteban, mesmo quando deste amor nasce a neta que ele adora: Alba, uma beleza luminosa e uma mulher ardente e voluntariosa.
As paixões da familia Trueba, as suas lutas e segredos desenvolvem-se ao longo de três gerações e de um século de violentas mudanças. Num contexto de revolução e contrarrevolução, a autora dá vida a uma família unida por laços de amor e ódio mais complexos e duradouros que as lealdades políticas que a poderiam separar.

terça-feira, fevereiro 11, 2014

O Jogo de Ripper - Isabel Allende

O jogo de Ripper
de Isabel Allende

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 400
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04498-3
Idioma: Português

Sinopse
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra.

Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade.

Quando uma série de crimes ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.



quarta-feira, fevereiro 05, 2014

"O Voluntário de Auschwitz" - Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Hoje, 27 de Fevereiro, comemora-se o do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. A escolha do dia não surge por acaso, uma vez que foi a 27 de Fevereiro de 1945 que os soviéticos libertaram Auschwitz, o maior e o mais mortífero centro de extermínio do III Reich

Emre Kertész, escritor húngaro de religião judaica, sobrevivente do holocausto, e laureado com o Nobel da Literatura em 2002, afirmou: «O problema de Auschwitz não é o de saber se devemos manter a sua memória ou metê-la numa gaveta da História. O verdadeiro problema de Auschwitz é a sua própria existência e, mesmo com a melhor vontade do mundo, ou com a pior, nada podemos fazer para mudar isso”.

Foram muitas as obras literárias que tentaram recriar o pesadelo que viveram milhões de judeus, vítimas da gigantesca e cruel máquina criminal nazi. Mas nenhuma é tão “crua” e real como O Voluntário de Auschwitz: O herói que se deixou capturar para contar ao mundo a terrível verdade sobre os campos de concentração nazis. Já à venda em todo o país (Vogais I 384 pp I 19,99€), este livro é um documento histórico único e extraordinário.

A sua adaptação ao cinema está já confirmada, e chegará ao Grande Ecrã pelas mãos de Samuel V. Franco e David Aaron Gray, produtores de World War Z. Vai ser, pela força da história, um dos filmes de 2015. E terá, garantidamente, tanto ou mais impacto como A Lista de Schindler. Declarações dos produtores aqui.










Em O Voluntário de Auschwitz, Witold Pilecki refere-se com minúcia, num texto racional mas emocionalmente duríssimo, a tudo o que encontrou em Auschwitz:

·         A estrutura, o funcionamento e a evolução do campo; As hierarquias e funções nos comandos nazis; As condições de vida desumanas dos prisioneiros, e a solidariedade possível entre eles; As ações terríveis dos militares alemães e dos prisioneiros polacos dissidentes que colaboravam com oTerceiro Reich; A exponenciação, a partir de 1942, da brutalidade e dos crimes praticados no campo; A tentativa de organização dos prisioneiros em grupos de resistência; As estratégias tomadas para as fugas esporádicas do campo e a transmissão de informação para o exterior; A relativa inação dos Aliados perante os relatórios enviados por Pilecki.

A história deste herói, desconhecida até agora, vai marcar todos os leitores, amantes de todos os géneros literários. Afinal, trata-se de um relato que podia ter mudado o curso da História.

Witold Pilecki, capitão do Exército do Estado clandestino polaco, fez algo que mais ninguém teve a coragem de repetir: voluntariar-se para ser preso em Auschwitz, o mais violento e mortífero campo deconcentração nazi, e, dessa forma, relatar os horrores ali praticados pelo Terceiro Reich.

A missão, realizada entre 1940 e 1943, tinha dois objetivos: informar os Aliados sobre as práticas nazis nos seus campos de concentração, dos quais se conheciam, então, apenas algumas informações esparsas, mas muito preocupantes; e organizar os prisioneiros em grupos de resistência contra as forças alemãs, na tentativa de controlar o campo.

Sobrevivendo a muito custo a quase três anos de fome, doença e brutalidade, Pilecki foi bem-sucedido na sua missão, conseguindo evadir-se do campo de concentração em abril de 1943. O Voluntário deAuschwitz é o relatório mais extenso do capitão Witold Pilecki, completado em 1945, no exílio. Escondido pela ditadura comunista na Polónia durante mais de 40 anos, este documento único na história e na literatura sobre Auschwitz, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto é agora publicado pela primeira vez em português.


«Um documento histórico e fundamental.» - The New York Times
«Uma obra repleta de revelações extraordinárias.» - Publishers Weekly

O AUTOR: Witold Pilecki, oficial de cavalaria do Exército polaco e veterano da guerra Polaco-Soviética de 1919–1921, passou à clandestinidade após a invasão nazi da Polónia. Pilecki é o único homem conhecido que se deixou prender para ser enviado como prisioneiro para Auschwitz, com a missão de enviar informação sobre o campo de concentração alemão, e criar uma organização deresistência entre os prisioneiros.

Após a sua evasão de Auschwitz, em abril de 1943, participou na Revolta de Varsóvia. Capturado pelo regime, foi torturado e levado a tribunal. Em 1948, aos 47 anos, foi executado, acusado de traição ede ser um «espião ocidental». O seu nome esteve apagado da história da Polónia até à queda do comunismo, em 1989. Witold Pilecki foi completamente ilibado a título póstumo, na década de 1990. Hoje é considerado um dos mais corajosos e fiéis heróis da Polónia.





terça-feira, fevereiro 04, 2014

Descubra as curiosas cartas de amor escritas por grandes figuras da História


Será que se deixaram de escrever cartas de amor nestes dias apressados e distantes? Terão sido substituídas pelo SMS e o e-mail? Estarão as pessoas menos românticas? Teremos perdido a fé no amor ou no desejo de o expressar?

As Mais Belas Cartas de Amor e Paixão é uma antologia recheada de ternas histórias de amor, perfeita para oferecer no Dia dos Namorados ou em qualquer altura do ano em que deseje oferecer uma prenda à sua cara metade apenas porque...sim.

Um livro (208 pp I 14,99€) que levará o leitor numa viagem entusiasmante, desde a intensidade do amor à primeira vista até à eternidade do romance que permanece para além da vida.

Conheça as mais ternas histórias — as esperanças secretas, a felicidade, as demonstrações intensas de afeto — de grandes homens e mulheres de todos os tempos, celebrando o amor em todas as suas formas. Estas cartas partilham uma genuína devoção que irá confortar e inspirar todos os apaixonados, todos os sonhadores.

Leia, entre outras, as cartas apaixonadas de: Florbela Espanca,  Mozart, Bocage, Mariana Alcoforado, Victor Hugo, Frida Kahlo, Almeida Garrett, Eça de Queirós,  Sigmund Freud, Oscar Wilde, Pierre Curie, Fernando Pessoa, Emily Dickinson,  Amadeo de Souza-Cardoso.

Numa era de comunicações instantâneas, esta antologia única e intemporal recorda-nos que nada se compara ao prazer e à dedicação de escrever uma carta à pessoa especial da nossa vida, e receber as palavras apaixonadas daqueles que amamos.

Paulo Marques, autor do livro 15 Portugueses Ilustres e de dezasseis «Cadernos Biográficos de Personalidades Portuguesas do século XX», editados pelo jornal Público, fez a seleção dos textos apresentados em As Mais Belas Cartas de Amor e Paixão e a respetiva contextualização histórica.





Napoleão Bonaparte para Josefina — A mais apaixonada: um homem rude, poderoso, arrogante e ambicioso, que revela na sua carta a Josefina de Beauharnais todas as suas fragilidades emocionais perante as dúvidas e o ardor amoroso.

Entre Fernando Pessoa e Ofélia — O melhor exemplo da força do amor: As cartas selecionadas de Pessoa e Ofélia são reveladoras da força do amor, no despojamento e sinceridade das palavras do poeta e da sua amada, quando o amor entre eles crescia. Mas revelam também, na fase final da relação, como a queda após o fim de uma relação amorosa pode ser dura e difícil para um casal.

Honoré de Balzac para Ewelina Hanska — A mais intensa: a missiva do conhecido escritor francês revela um amor absoluto e cego por Ewelina Hanska, sua amante e futura mulher.

Sigmund Freud para Martha Bernays — As mais belas: Os três exemplos que apresentamos no livro são um gota de água nas mais de 1500 cartas trocadas por Freud e Martha Bernays, sendo dos textos mais bonitos e singelos que se escreveram sobre amor.

Emma Wedgwood para Charles Darwin — O exemplo mais forte do apoio entre dois apaixonados: Quando Darwin enfrentava as críticas acérrimas do clero britânico, que o acusava de heresia devido às suas teorias sobre a origem da vida e os processos de seleção natural, a sua mulher enviou-lhe esta carta, revelando o potencial do amor como escudo nos momentos mais exigentes da vida.

Pierre Curie para Marie Curie — A mais sonhadora e esperançada: Escrita quando o amor entre ambos começava a despertar, feito da amizade e empatia intelectual que os unia, a carta de Pierre Currie é um exemplo de esperança, sonho e persistência. No ano seguinte a esta troca de correspondência, Pierre e Marie casaram, confirmando a ligação sentimental que solidificaria os laços profissionais e os tornaria num dos casais mais conhecidos do século XX.

Amadeo de Souza-Cardoso para Lúcia — As mais inocentes: As palavras de Souza-Cardoso revelam um lado sentimental, puro e amoroso do conhecido pintor português.








Vida Roubada - Adam Johnson

Bom Dia estrelinhas,

desculpem a ausência, mas... recebi um trabalho tentador de uma senhora,. Passar 450 paginas da história de vida dela, para Word...cansativo mas ao mesmo tempo maravilhoso, tive que fazer algumas pesquisas sobre lugares e países. Foi um trabalho que requeria todo o meu tempo livre e dedicação. Então tive de "desaparecer" temporariamente, mas estou de volta.

E com novidades da Saída de Emergência, que tem a grande satisfação, de anunciar para 7 de Fevereiro  a publicação de Vida Roubada, vencedor do prémio Pulitzer de 2013.


Vida Roubada segue a vida de Pak Jun Do,
um jovem no país com a ditadura mais
sombria do mundo: a Coreia do Norte.

Jun Do é o filho atormentado de uma cantora misteriosa e de um pai
dominante que gere um orfanato. É nesse orfanato que tem as suas
primeiras experiências de poder, escolhendo os órfãos que comem
primeiro e os que são enviados para trabalhos forçados. Reconhecido
pela sua lealdade, Jun Do inicia a ascensão na hierarquia do
Estado e envereda por uma estrada da qual não terá retorno.
Considerando-se “um cidadão humilde da maior nação do mundo”,
Jun Do torna-se raptor profissional e terá de resistir à violência
arbitrária dos seus líderes para poder sobreviver. Mas é então que,
levado ao limite, ousa assumir o papel do maior rival do Querido
Líder Kim Jon Il, numa tentativa de salvar a mulher que ama, a
lendária atriz Sun Moon.


Vida Roubada de Adam Johnson
conquistou o Prémio Pulitzer 2013.
E toda a crítica

«Ao tornar o seu herói, e o pesadelo que atravessa,
tão completamente vívido, Johnson escreveu um romance
arrojado e notável, um romance que não apenas abre uma janela
assustadora sobre o reino misterioso
da Coreia do Norte, mas que também investiga o próprio
significado do amor e do sacrifício… Pungente
e profundamente comovente… simultaneamente satírico
e melancólico, sombriamente cómico
e dolorosamente elegíaco.»
— Michiko Kakutani, The New York Times

«Notável… Johnson é um escritor maravilhosamente flexível que
consegue mudar, em apenas algumas linhas, do absurdo para o
atroz… Não sabemos o que realmente se passa naquele lugar
estranho, mas este romance, brilhante e oportuno, dá-nos um
vislumbre inquietante do que pode ser lá viver.»
— The Wall Street Journal

«Intenção, significância, propósito: a conceção da poderosa
primeira parte do romance está cheia dessas qualidades,
encerrando o leitor no estreito canal da consciência de Jun Do à
medida que ele é movido como uma peça de xadrez pela mão
oculta do Estado. Johnson (…) faz um magnífico trabalho ao
conjurar as particularidades físicas quase surreais do país.»
— The New Yorker

«Vida Roubada merece um lugar ao lado das distopias clássicas
como Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e Admirável Mundo
Novo.»
— Barbara Demick, The Guardian

«Ambicioso e muito bem escrito.»
— Kirkus Reviews

«Um grande romance pode pegar num facto
implausível e transformá-lo numa ficção inteiramente credível.
É esse o génio de Vida Roubada. Adam Johnson pegou na
criação de papel de seda que é a Coreia do Norte
e torna-a num lugar real e fascinante, que os leitores
acharão inesquecível. Este é um romance digno de provocar
excitação, mais do que confirmando o falatório que mereceu a
pré-publicação de alguns excertos… Não gostava tanto de um
romance há anos, e quero partilhar o simples prazer de ler o livro.
Mas acho também que ele é uma lição muito instrutiva sobre
como pintar um universo ficcional sobre fundo factual: o segredo
é a investigação… É este processo
de reimaginação que torna o cenário ficcional tão real
e dá ao romance um impacto que não se poderia jamais
conseguir com um milhar de artigos de jornal… Johnson pintou
com cores indeléveis o pesadelo da Coreia do Norte de Kim.
Quando os leitores de língua inglesa quiserem compreender como
eram as coisas — como é que as pessoas viviam e morriam no
interior de um culto da personalidade que cometia crimes
indizíveis contra os seus cidadãos —, espero que se voltem para
esta história, cuidadosamente documentada. A feliz surpresa é
que descobrirão uma história que se lê compulsivamente.»
— The Washington Post

«As capacidades de Johnson são inegáveis, a sua narrativa é
vívida e corajosa, a sua Coreia do Norte é brilhantemente
representada.»
— USA Today

«Uma observação pungente, inteligente e incomparável da vida
na Coreia do Norte de Kim Jong Il.»
— San Francisco Chronicle

«Embora Vida Roubada gire numa teia de incertezas, o romance
nunca se dispersa, nem vagueia ou cai na opacidade da
afetação. Johnson transforma uma história acerca da
instabilidade das histórias numa narrativa impressionantemente
coerente e cativante… A verdadeira maravilha de Vida Roubada
é a sua profundidade e largueza imaginativa, algo que, em
absoluto, não pode ser falsificado. O que talvez seja a razão de
não existirem verdadeiros romancistas na Coreia do Norte.»
— Salon

«Esta aventura épica, localizada nas regiões perigosas e quase
fantásticas da Coreia do Norte, é um romance incrivelmente
vívido e cativante, seguindo Jun Do à medida que ele se
transforma de um peão infantil do sistema num raptor profissional,
para chegar a rival de Kim Jong Il, a quem se opõe para salvar o
amor da sua vida. Romance, história de crescimento, aventura e
thriller, tudo num só livro, que é singular e imperdível.»
— Flavorwire

«Localizado na Coreia do Norte, este thriller literário sobre um
homem que ousa procurar a liberdade no regime repressivo é
ambicioso, violento, audacioso... e incrivelmente bom.»
— O: The Oprah Magazine

«Vida Roubada é um thriller político ricamente tecido acerca do
mundo oculto da Coreia do Norte, com todas as suas misérias,
violências e atos de amor desafiadores sob circunstâncias
impossíveis. Em todas as suas páginas abundam imagens
esplêndidas e evocadoras.»
— Pittsburgh Post-Gazette

«Um fatalismo mórbido impregna todas as cenas de Vida
Roubada. Mesmo nos momentos mais divertidos — e existe por lá
muito humor —, há uma perceção subjacente de que um
movimento em falso pode fazer com que uma personagem seja
enviada para os campos de prisioneiros: quando as coisas
correm mal, as personagens procuram congeminar histórias
plausíveis que as desculparão do fracasso sem incorrerem na ira
do “Querido Líder” … Embora a divisão de tempo que estrutura o
romance na primeira metade significa que os leitores podem ficar
certos, em antecipação, sobre o que acontecerá, Johnson
garante que apenas quererão ver como acontecerá… e por
quantos modos diferentes Vida Roubada o pode contar. A morte
de Kim Jong Il dá ao romance uma óbvia oportunidade, mas o
relato de Johnson sobre a vida num regime totalitário tem o
poder de sobreviver à circunstância histórica.»
— Shelf Awareness

«Com a morte de Kim Jong Il, todos os olhos se viraram para o
bizarro regime da Coreia do Norte, mas a melhor forma de
compreender o país é, provavelmente, o notável romance de
Adam Johnson… Magnificamente conseguido… O ano ainda vai
no início, mas Vida Roubada já vai à frente no que respeita aos
romances de 2012.»
— The Daily Beast

«Notável e desolador… Vida Roubada tem de ser agora
adicionado à muito curta lista dos romances excecionais que
também servem um objeto humanitário. Se a Coreia do Norte não
fosse um local de atualidade crítica, seria simplesmente um livro
notável… cuidadosamente estruturado, cheio de grandes ideias,
e comoventemente amargo. O facto de o inferno nele descrito
existir neste momento, ao mesmo tempo que o leitor lê isto, torna-o
o tipo de livro que deveria manter-nos acordados durante a
noite toda.»
— Ruth Franklin, The New Republic

«Um sonho febril de tal modo intenso que nos podemos esquecer
de prestar atenção ao homem atrás da cortina… seguro e
apaixonado… uma aventura de crescimento, ocasionalmente
satírica, romance cinematográfico, uma distopia
claustrofóbica e um thriller de fazer roer as unhas…
um carrossel ousado e interessante.»
— Time Out New York

«Fascinante… um triunfo da imaginação. Johnson criou um
universo de tal modo convincente que não interessa realmente se
captou com exatidão todos os pormenores. Soa a verdadeiro,
muitas vezes de uma forma aterradora… Johnson parece
sobretudo interessado nas questões da identidade: que significa
ser um ser humano numa sociedade tão dedicada a negar a
humanitária essência aos seus cidadãos. As respostas que ele
imagina em Vida Roubada são ao mesmo tempo vívidas e
arrepiantes. [Grade:] A.»
— Entertainment Weekly

«Uma imaginação fértil, muita investigação e uma visita àquele
país tão fugidio capacitaram Johnson para criar um romance
único que é muitas coisas ao mesmo tempo — thriller literário,
história de amor, história social e mais ainda… No final, vemos
como a humanidade sobrevive apesar de um sistema que os teria
feito entregar as suas vidas privadas a uma história já escrita
para elas.»
— The Dallas Morning News

«Surpreendente… a história que Johnson estruturou
cuidadosamente em camadas sente-se como autêntica… Escreve
uma prosa ágil, mal se permitindo registar alguns vislumbres de
pungente atrocidade antes de acelerar para diante.
Resiste à tentação de transformar o tema em forragem cómica,
mas nunca ignora o absurdo, provocando um riso de contornos
recortados, que tende a morrer-nos na garganta.»
— Newsday

«Esta narrativa, complexa e polifónica, recordará a alguns
leitores a história igualmente inventiva de David Mitchell, Cloud
Atlas. Aqui, o seu objetivo é pôr em contraste os absurdos da
manipulação que emanam dos governantes do país e a
experiência real dos seus cidadãos. Apesar da natureza
horrenda desta história, Johnson injeta-lhe suficiente leveza para
tornar o livro extremamente legível… Este misto de paródia e
horror da vida real já conduziu a uma razoável dose de
controvérsia. Mas de modo nenhum isso diminui o sucesso de um
romance de enredo tão rico e tão descritivo da vida
Norte-Coreana. É magnífico.»
— Financial Times

«A capacidade de Johnson para invocar e dar corpo
a uma ideia da Coreia do Norte é impressionante, e ele empurra
Jun Do por uma série de papéis e conflitos, na primeira metade —
do orfanato ao combate nos túneis, dos pelotões de rapto à
vigilância via rádio — com a economia tensa e franca
de um thriller.»
— Philadelphia City Paper

«Poderosa e subtilmente, Johnson muda as histórias que as suas
personagens contam — umas às outras, aos interrogadores, a si
próprias… A ilusão torna-se engano, e depois traição, até um
final fantástico florescer, e fantasticamente apropriado, dos
sobressaltos da fabricação dos mitos, na última página.»
— The Plain Dealer

«Na louca viagem que este romance é, seguimos o improvável
herói Jun Do, à medida que ele se eleva da infância miserável na
Coreia do Norte ao posto de general às ordens de Kim Il Sung.
Baseado em extensa investigação, ele empresta terror e absurdo
à vida visceral na ditadura mais controladora do mundo.»
— Parade

«Estupendo… Não há dúvida que Johnson se sai muito bem —
brilhantemente. Ainda é cedo para dizer, mas não ficaria
surpreendido se, chegados a dezembro, este romance aterrasse
em diversas listas de melhor do ano.»
— Milwaukee Journal Sentinel

«O romance de Johnson consegue o aparentemente impossível:
um escritor americano apresenta magistralmente o universo
misterioso da Coreia do Norte através do espírito e da
experiência de um nativo, desde os seus orfanatos e dos seus
barcos de pesca às cozinhas dos seus altos dignitários.»
— Publishers Weekly

«Os leitores que gostam de um thriller político de ritmo rápido
acolherão com gosto esta viagem louca através do mundo
espantosamente conflitual que existe no interior das fronteiras
profundamente vigiadas da Coreia do Norte.
Altamente recomendado.»
— Library Journal

«Adam Johnson conseguiu fazer alquimia literária, em primeiro
lugar situando o seu romance na Coreia do Norte, um país que
poucos de nós conseguem imaginar, depois produzindo
personagens que nos subjugam e cujas vidas se desenrolam a
uma velocidade estonteante. Eu li sem parar até ao espantoso
desfecho. O resultado é puro ouro, um romance magnífico.»
— Abraham Verghese

«Um romance viciante de ingenuidade ousada, um estudo sobre
sacrifício e liberdade numa dinastia devoradora de cidadãos, e
uma forma oportuna de nos recordar que as vítimas anónimas da
opressão são também seres humanos que amam — Vida Roubada
é um livro corajoso e impressionante.»
— David Mitchell