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sexta-feira, dezembro 08, 2017

O Nosso Portugal #2

Boa noite estrelinhas,

estou de volta e desta vez não são locais que visitei, muito pelo contrário, pretendo visitar em breve... ou assim que possível.

Portugal tem locais lindíssimos, maravilhosos e que nos levam a outros tempos. Talvez seja suspeita, afinal de contas eu amo qualquer cantinho que tenha história, que seja misterioso e único. 

Vamos lá então apresentar 3 locais que estão agendados na minha agenda [apesar de não ter uma data fixa, claro]

O primeiro, obviamente, fica na minha querida terra natal. E é ai que vocês me perguntam, se é na tua terra porque é que ainda não visitaste? Bem, porque vim para a zona de Setúbal em miúda, com uns 4 anos e apesar de todos estes anos que passaram, nunca houve a oportunidade de lá ir. 

Contudo pretendo mesmo remediar isso, por essa razão em 2018 tenho de lá ir, nem que chova picaretas em brasa, os javalis ganhem asas e os zumbis saltem do grande ecrã. Eu vou nem que tenha de ir de rastos!

Jardins da Quinta das Lágrimas

Já ouvi dizer que é lindíssimo, já vi fotos fantásticas e documentários. 
Salvo erro, na altura que dava Uma Aventura... [acho que não estou a fazer confusão...ou talvez esteja, a memória já não é o que era] um dos episódios foi lá, e ainda tenho algumas imagens do local na cabeça. O certo é que é mesmo um local que tenho de visitar e acredito que quando esse dia chegar eu vou perder-me em mim mesma e a minha mente vai voar bem alto.

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Fonte
 2º Mata do Buçaco

Este é outro local mágico [pelo menos para mim e do que vi, em fotos claro] e obviamente que também consta na minha lista/agenda de locais a visitar. Mais uma vez, não tenho desculpa para não a conhecer, tendo em conta que fica no concelho da Mealhada, terra da minha mãe... bem... está lá perto, quase a dois passos mais coisa menos coisa.

O que interessa mesmo é que se formos a ver bem, e claro, se vocês fizerem uma pesquisa [caso não conheçam] irão constatar que tem algo em comum.... natureza e história. Existe alguma coisa melhor? Óbvio que não! 

2018 promete ser um ano bem recheado de locais únicos a visitar. Bem, pelo menos a ideia será essa, a ver vamos...

Fonte
Escadas.... parece que tem muitas... será que dá para dar a volta? Descer é fácil, já subir? Humm... espero que o bombeiros estejam em forma... porque se eu tiver de subir aquilo tudo vou fingir-me de morta e eles que me carreguem! heeheh

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Parque Monserrate

Este menino está bem mais perto de mim, Sintra. Na verdade, acho que estive lá ao pé quando fui a Quinta da Regaleira [um local lindíssimo! A minha próxima publicação será sobre ela, está prometido] pelo menos a foto do parque de merendas é muito idêntico ao local onde estive.

Bem, é escusado dizer que pretendo ir visitar, certo? haha

Fonte
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Por hoje está tudo. Vocês já visitaram algum destes locais? Se sim partilhem comigo e não me deixem abandonada aqui sem saber nada. 

Entretanto se não tem nada planeado para este fim de semana, ora, é só aproveitar estas sugestões, abastecer o carro e fazer-se à estrada.

Bom Feriado e excelente fim de semana.


Beijinhos 

quarta-feira, dezembro 06, 2017

Um Dia de Morris Gleitzman [Fábula]

Um Dia
de Morris Gleitzman 
ISBN: 9789897075780 
Edição ou reimpressão:  
Editor: Fábula 
Idioma: Português 
Dimensões: 140 x 207 x 12 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 160

Toda a gente merece ter alguma coisa boa na vida, pelo menos uma vez.
A vida de Felix Salinger não é nada fácil. Ele é judeu e vive num orfanato na Polónia dos anos 40, em plena Segunda Guerra Mundial. Felix gosta de ler, escrever e contar histórias. Até que um dia, decide fugir para procurar os seus pais. A determinação, inteligência e imaginação de Felix vão ajudá-lo a lidar com situações muito difíceis, no meio de nazis e cidadãos apavorados, e a encontrar pessoas maravilhosas, como a pequena Zelda e o velho Barney. 
Contada na primeira pessoa, por uma criança cheia de sonhos e muito inocente, esta emocionante história aborda a infância, a solidariedade, a amizade, a coragem e a esperança no meio do drama da guerra. Um livro que nos toca, que não se esquece. Pode ser lido por várias gerações, que o vão entender, certamente, de forma diferente.


Do multipremiado Morris Gleitzman, chega às livrarias portuguesas, pela mão da Fábula, um livro fabuloso. Um Dia (o primeiro de vários livros de Felix, um órfão judeu apanhado no meio do Holocausto) vai deixar todos os leitores sem fôlego da primeira à última página. Considerado como um dos 100 melhores livros para jovens!

MorrisGleitzman nasceu em Inglaterra, em 1953, e a sua família emigrou para a Austrália, em 1969. É autor de vários bestsellers. Muitas das suas obras são sobre assuntos duros, com abordagens interessantes e originais. Morris escreveu o seu primeiro livro para crianças em 1985.
Adotou um estilo descontraído e divertido, o que atraiu desde logo muitos leitores. É agora um dos autores mais conceituados da Austrália. Recebeu inúmeros prémios como autor de séries televisivas, guiões de cinema e livros infantojuvenis. Os livros de Morris Gleitzman estão publicados em cerca de vinte países.

terça-feira, dezembro 05, 2017

O Escultor da Morte de Chris Carter [TOPSELLER]

O Escultor da Morte
de Chris Carter 
ISBN: 9789898869579 
Edição ou reimpressão:  
Editor: TopSeller 
Idioma: Português 
Dimensões: 150 x 229 x 25 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 416


Até a obra de arte estar completa, a morte vai ter de esperar.

Quando a enfermeira Melinda Wallis entra no quarto de um paciente a seu cuidado, mal pode imaginar aquilo que vai encontrar.
Derek Nicholson, um importante advogado de Los Angeles, foi brutalmente assassinado. O homicida mutilou os seus membros e construiu com eles uma escultura. Chamado de emergência ao local do crime, o inspetor Robert Hunter não percebe as motivações por detrás de um crime tão hediondo. Especialmente porque Nicholson, que sofria de cancro em fase terminal, já não tinha muitas semanas de vida.

Quando um segundo corpo aparece num barco ancorado na marina de Los Angeles, o mistério adensa-se. Trata-se, agora, de um agente da polícia. E o macabro da cena repete-se, com o corpo decepado a criar uma escultura estranha.
Qual será a ligação entre as duas vítimas? Que significado terá a disposição dos seus corpos? O que estará o assassino a querer dizer?
Um thriller vibrante e misterioso, com surpresas e revelações inesperadas ao virar de cada página.



A experiência profissional de Chris Carter enquanto psicólogo criminal confere às suas histórias um teor altamente realista que já conquistou os fãs portugueses de thrillers.

Neste novo livro, um assassino em série cria esculturas a partir dos corpos mutilados das vítimas.


Sobre Chris Carter:

Chris Carter nasceu no Brasil mas cedo se mudou para os Estados Unidos, onde se formou em Psicologia, com especialização em Comportamento Criminal, na Universidade de Michigan.
Foi psicólogo criminal durante vários anos antes de se mudar para Los Angeles e depois para Londres, onde tocou com artistas conhecidos, até que deixou tudo para se tornar escritor a tempo inteiro. Hoje, aplica na escrita a sua experiência de vários anos enquanto psicólogo criminal e já publicou seis volumes da série policial Robert Hunter, todos eles bestsellers internacionais.

Os seus livros já foram traduzidos para 14 línguas e são autênticos êxitos de vendas na Dinamarca e na Alemanha. Neste último país, Chris Carter já vendeu mais de um milhão de exemplares.

Palavra do Ano - Portugal [Porto Editora]

De “afeto” a “vencedor", da “desertificação” a “incêndios”, qual será a PALAVRA DO ANO® escolhida pelos portugueses?




De “afeto” a “vencedor", da “desertificação” a “incêndios”, qual será a PALAVRA DO ANO ® escolhida pelos portugueses?  
  As dez candidatas estão definidas e a votação decorre online, em www.palavradoano.pt, até 31 de dezembro.  
  É chegado o momento de escolher a PALAVRA DO ANO ® 2017 . Muitos foram os acontecimentos que marcaram o nosso quotidiano e, consequentemente, muitas foram as palavras que foram marcando a atualidade e as conversas dos portugueses.

Com base nas propostas feitas através do site da iniciativa, no trabalho de observação e acompanhamento da realidade da língua portuguesa feito pela Porto Editora, tanto nos meios de comunicação e redes sociais, como no registo de consultas nos dicionários online e mobile, eis as 10 candidatas (vídeo) a PALAVRA DO ANO ® 2017 :

afeto – Marcelo Rebelo de Sousa tem exercido o seu mandato com um singular grau de proximidade e afetividade para com os portugueses, o que já lhe valeu o epíteto de Presidente dos Afetos.

cativação – Com o objetivo de manter o défice abaixo dos valores definidos com a União Europeia, cativação tornou-se numa palavra muito visível – algo controversa – na estratégia orçamental do Governo.

crescimento – Há bastante tempo que esta palavra não era usada para definir o comportamento da economia portuguesa, facto que foi notório ao longo do ano.

desertificação – Muito por força das circunstâncias, este tema ganhou especial atenção nas discussões públicas e no espaço mediático.

floresta – A enorme quantidade de área ardida demonstrou a necessidade de adotar novas estratégias para o ordenamento florestal em Portugal.

gentrificação – O aumento do turismo tem posto em evidência novos desafios e novas realidades, como a gentrificação, que se faz sentir nas principais cidades do país.

incêndios – Os sucessivos incêndios em todo o país fizeram de 2017 um dos anos mais trágicos de sempre, pela enorme quantidade de vítimas e pela dimensão da área atingida.

independentista – A pretensão de independência da Catalunha tem sido seguida com particular atenção pelos portugueses.

peregrino – A propósito do centenário das aparições de Fátima em 2017 e o número excecional de peregrinos, esta foi uma das palavras mais usadas este ano.

vencedor – Pela primeira vez, e de forma surpreendente, Portugal foi o país vencedor do Festival Eurovisão da Canção, sendo de sublinhar o entusiasmo e o carinho que o cantor Salvador Sobral despertou junto dos portugueses.

Esta é a nona edição de uma iniciativa com a marca registada da Porto Editora que tem como principal objetivo sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa, património vivo e precioso de todos os que nela se expressam, acentuando, assim, a importância das palavras e dos seus significados na produção individual e social dos sentidos com que vamos interpretando e construindo a própria vida.

Nos anos anteriores, o publico português elegeu as seguintes palavras: "esmiuçar" (2009), "vuvuzela" (2010), "austeridade" (2011), "entroikado" (2012), "bombeiro" (2013), "corrupção" (2014), "refugiado" (2015) e "geringonça" (2016).

A 4 de janeiro de 2018, será conhecida a PALAVRA DO ANO ® 2017 escolhida pelos portugueses.

O Mapa que Me Leva até Ti de J. P. Monninger [TOPSELLER]

O Mapa que Me Leva até Ti
de J. P. Monninger 
ISBN: 9789898869616 
Edição ou reimpressão:  
Editor: TopSeller 
Idioma: Português 
Dimensões: 151 x 228 x 22 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 368

Às vezes, uma troca de olhares pode ser o princípio do resto da tua vida.
Heather já acabou os estudos e está prestes a aceitar uma proposta de emprego num grande banco em Manhattan. Antes disso, no entanto, decide fazer uma viagem de comboio pela Europa com as amigas. Umas férias merecidas, antes de começar a vida adulta.
Até aqui, tudo normal, certo?
Mas quando um rapaz chamado Jack lhe pede licença e trepa pelo seu assento no comboio para se deitar a dormir no compartimento de bagagens, Heather percebe que esta viagem talvez não vá ser tão normal assim.
Chegados a Amesterdão, já são inseparáveis. Enquanto descobrem os canais da cidade holandesa, Jack partilha com Heather os motivos da sua viagem. Tem um velho diário, do seu avô, que refere todos os sítios aonde quer ir. O casal, juntamente com uma série de amigos, vai acabar por percorrer o itinerário do avô de Jack o melhor que pode.
Mas será que Jack está a contar a Heather tudo sobre o seu passado? E será o encanto do velho continente suficiente para cimentar um amor que apareceu do nada?  
 
 
Um romance enternecedor, que vai derreter até os corações mais resistentes.
Se gosta de histórias de amor e tem uma paixão por viajar, este livro é para si.
 
Sobre o autor:​

J. P. Monninger é um autor premiado e professor de Inglês na Plymouth State University, nos EUA.

domingo, dezembro 03, 2017

O Nosso Portugal #1

Boa noite estrelinhas,

sejam bem vindos a este novo cantinho e espero de coração que gostem. 

O que é O Nosso Portugal? Bem, nada mais simples do que lugares de turismo e/ou locais deixados ao abandono, que fui visitando. 

Tinha pensando inicialmente em remexer no meu baú carregado de pó e a cheirar a bolas de naftalina e começar por locais que já visitei, no entanto não o irei fazer. Vou começar pelo presente dia e recuando [isto se no meio não tiver ido visitar outros locais e colocar aqui.] 

A cada publicação irei colocar a data aproximada da altura da visita e não sei se será possível identificar na mesma publicação com o mapa google. Veremos!

Hoje  - e porque uma amiga minha do Porto, a Katley, já tinha visitado antes e cusca como sou tinha de lá ir - fui ao velho "cemitério" de ruínas que foi em tempos a 7ª Bateria do Regimento de Artilharia de Costa de Outão

Fonte

Um local belíssimo, no entanto vítima de puro vandalismo e claro, perdido no esquecimento.

Não tirei muitas fotos, aliás quase que não tirei nenhumas pois verdade se diga fiquei tão encantada - assim como triste - com o local.

E sonhadora como sou, por cada canto que passava punha-me a imaginar o que seria, o que foi feito ali e acima de tudo... porque razão foi "deixado para trás". Certamente com algumas pesquisar ficaria a saber da historia ou das mil razões possíveis para que fosse abandonado. Uma delas muito provavelmente seria por não haver meios financeiros para sustentar o local...

Mas pronto, este é o nosso Portugal, não há dinheiro para manter o património, mas obviamente que há para os ministros e afins sanguessugas passearem em popós topo de gama e viagens desnecessárias... mas que digo eu? Nem sei do que falo, não é? 

Estas três fotos abaixo, foram tiradas por mim.



Ao entrar aqui, foi quase como ser transportada para outro mundo, isto se conseguirmos eliminar da mente os riscos e pinturas desnecessárias....

 Com o Sado ao redor, é caso para dizer que a vista é deslumbrante.
2Dezembro2017
Eles são três e claro que foi tudo explorado. Escusado será dizer que as partes que não têm tanta luz, parecem ser as únicas que não sofreram tanto com o vandalismo. 
O que acredito que seja a onde guardavam as armas/munições? Mas para quem não gosta de estar debaixo do solo...não recomendo. 





O espaço em si é enorme, e corri quase tudo, digo quase porque ainda houve uma parte ou duas que não fui... chamem-me medricas se quiserem, quem sabe numa outra altura haha

O meu miúdo adorou o campo de treinos e claro, deu a sua opinião do que cada coisa era, para que servia e como faziam... estaria certo? Errado? Não sei, eu nunca andei na tropa nem em nada que se parecesse. No entanto acredito piamente que se houvesse uma visita guiada, seria ainda mais emocionante! 

E eis que está ai uma bela ideia? Oh Sr. Ministro da Defesa... julgo ser com a sua pessoa que devo dirigir esta ideia. Porque não recuperar este espaço, não deixar que ele se desintegre completamente e criar um género de museu? Não abuse no preço dos bilhetes sff.  Acho que seria realmente algo interessante, e tendo em conta a localização... as visitas de estudo e um "feijãozinho" como guia. Colocar umas replicas de armas e munições... é acho que os miúdos e graúdos iriam vibrar. Pois não é algo que se visite com frequência, certo? Que se lide todos os dias, nós, civis, estamos muito fora no que toca à realidade das forças... [exercito, marinha, força área e afins]. 

Bem... o meu tio bem que tentou que eu entrasse no exercito, na Pontinha, mas não deixaram... faltava-me a altura e segundo o Capitão do meu tio... uma mochila conseguia ser maior que eu e seria no mínimo estranho ver a dita a carregar-me a mim. Algo me diz que fui "trolada" por ele... só naquela.

Voltando aos assuntos sérios. Se reconsiderar esta minha ideia, peço apenas uma coisa... puder entrar sem pagar, quando quiser e as vezes que quiser. Não reclame, estou a dar-lhe negócio, euros, e claro...mais turismo. O que quer mais? Há! Já me esquecia, aceito também um local de trabalho lá, apenas como fiscalizadora... para ver se está tudo a correr bem e tals, que me diz? 




quarta-feira, novembro 29, 2017

O Bando das Cavernas - Como tudo começou [BOOKSMILE]

O Bando das Cavernas 19 1/2 Especial
ISBN: 9789897075650 
Edição ou reimpressão:  
Editor: Booksmile 
Idioma: Português 
Dimensões: 171 x 238 x 10 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 128


Afinal como eram os nossos amigos em crianças? O que faziam e como se divertiam? Onde se conheceram? Como surgiu o nome «O Bando das Cavernas»? Quando é que conheceram o Crava, o Tremoço e o Pinguinhas? E quem se lembrou de chamar a esses três «O Bando Dos Que Têm a Mania Que São Bons»? Por que razão os dois bandos se tornaram rivais? Neste divertido livro, vais encontrar todas as respostas a estas perguntas e ainda curiosidades, passatempos, humor e muitas surpresas. Descobre como tudo começou há 10 000 anos e… junta-te ao Bando!



 Os números não enganam: 250 mil livros vendidos em Portugal! O Bando das Cavernas, a coleção que nasceu da imaginação de Nuno Caravela (texto e ilustração), é um sucesso entre os mais novos. Para assinalar esta época natalícia, o autor quis brindar os fãs e escreveu um volume especial. Além da história, que explica como nasceu o Bando das Cavernas, este livro traz muitas atividades e ainda um jogo pré-histórico de oferta!





















Nuno Caravela nasceu a 1 de Agosto de 1968 e é um conhecido autor e ilustrador com vários livros publicados. A sua coleção de maior sucesso é precisamente O Bando das Cavernas. O ilustrador tem percorrido várias cidades do país a convite de escolas, fruto do sucesso da coleção. «Com esta coleção pretendo, acima de tudo, divertir e estimular a imaginação dos mais novos, transportá-los ao longo das páginas para um mundo de descobertas, onde tudo é possível.» - Nuno Caravela

Ariadnis de Josh Martin [TOPSELLER]


Ariadnis
de Josh Martin 
ISBN: 9789898869623 
Edição ou reimpressão:  
Editor: TopSeller 
Idioma: Português 
Dimensões: 149 x 228 x 21 mm 
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 352

Depois de o mundo antigo ter desaparecido, restou apenas uma ilha. Os seus habitantes formaram duas cidades, separadas por Ariadnis, uma terra divina. Mas as diferenças entre os povos de Metis e Athenas rapidamente os conduziram à guerra.

Perturbado por este conflito, o ser divino de Ariadnis decreta que em cada uma das cidades nascerá um Escolhido. Dotados de poderes especiais, os dois Escolhidos irão confrontar-se no dia do seu décimo oitavo aniversário, num desafio mortal e misterioso que decidirá qual o povo mais digno de habitar a ilha.

Aula e Joomia são as Escolhidas e resta-lhes apenas um ano até ao dia do grande confronto. Ambas preferiam ter uma vida normal, mas os seus destinos estão traçados, e nesta jornada não há espaço para a amizade nem tempo para o amor.

Só uma reclamará o prémio final de Ariadnis.




Duas nações. Duas raparigas. Apenas uma sobreviverá.

Nós viemos depois do cometa.

Nós sobrevivemos à grande onda.

Nós somos as escolhidas.
 
Sobre o autor:

Josh Martin nasceu em 1989 e atualmente mora em Londres. Dedicou toda a sua vida à escrita e à ilustração, acalentando, desde sempre, o sonho de se tornar escritor.
Adora literatura fantástica e heróis, preocupa-se profundamente com as questões ambientais e defende ativamente a igualdade de géneros.

Todos estes interesses se fundiram no seu primeiro livro, Ariadnis, publicado agora em Portugal pela Topseller.
Acompanhe o autor em www.whatjoshwrote.tumblr.com.

terça-feira, novembro 28, 2017

Rubra - A Árvore dos Desejos

Rubra, A Árvore dos Desejos
de Katherine Applegate 
ISBN: 9789897075728 
Edição ou reimpressão:  
Editor: Fábula
Idioma: Português 
Dimensões: 141 x 206 x 15 mm  
Encadernação: Capa mole 
Páginas: 40 
Tipo de Produto: Livro


Rubra, um carvalho com muitos anos de vida, tantos quantos os seus anéis, vai contar-nos a sua história. Ela é também a «árvore dos desejos» da vizinhança - as pessoas escrevem os seus desejos em pedaços de papel ou retalhos de tecido e atam-nos aos ramos de Rubra. Vive com a sua amiga corvo, a Bongó, e outros animais que procuram refúgio nos esconderijos do seu tronco. Rubra pensava já ter visto de tudo na vida, até que a pequena Samar e os seus pais se mudam para a casa azul, mesmo à sua frente. Além do Simão, o vizinho da casa verde, são muito poucos os que recebem de braços abertos os recém-chegados. O tronco de Rubra fica, pela primeira vez, marcado pela tristeza. Inconformada, a árvore dos desejos decide agir. As suas memórias e experiência serão agora mais valiosas do que nunca. 

​​
Katherine Applegate, autora distinguida com John Newbery Medal, o mais importante prémio de Literatura infantojuvenil norte-americano, regressa com Rubra: A Árvore dos Desejos, um livro divertido, muito emocionante e que vai ficar guardado tanto no coração como na memória de quem o ler.

«
​Applegate escreve de uma forma muito emocionante», The Washington Post

«Um livro necessário e cheio de coração!», Booklist

​«Este livro suave e poderoso é adequado para todas as idades... A mensagem que transmite permanece mais viva que nunca.» BookPage.
 
Katherine Applegate é uma escritora norte-americana multipremiada, que vendeu mais de 40 milhões de livros em todo o mundo. O Único e Incomparável Ivan (ed. Booksmile, 2015), é o seu romance mais conhecido e está recomendado pelo Plano Nacional de Leitura. Foi distinguido com vários prémios, entre os quais, a Newbery Medal, o Kirkus Reviews Best of Children’s Books e o Amazon 2012 Best Books of the Year. Esta obra está já traduzida e publicada em dezenas de línguas, e deu origem a um filme produzido pela Disney. Em 2015, a autora deu vida a mais uma obra incrível, Crenshaw, O Grande Gato Imaginário (ed. Booksmile, 2016). Katherine Applegate vive na Califórnia com o marido, os dois filhos e uma variedade de animais de estimação muito amados, ainda que excêntricos.

O Silêncio das Filhas [TOPSELLER]

O Silêncio das Filhas
de Jennie Melamed 
ISBN: 9789898869562 
Edição ou reimpressão:  
Editor: TopSeller 
Idioma: Português 
Dimensões: 151 x 228 x 22 mm  
Encadernação: Capa mole  
Páginas: 368


Sinopse:

Basta uma pergunta inocente.

E nada será igual para estas raparigas.

Vanessa, Amanda, Caitlin e Janey vivem numa ilha. Não sabem em que região do mundo nem em que ano estão, mas aprenderam que a vida lá é uma bênção comparada à das temidas Terras Devastadas — onde reina a doença e a podridão. Aquele era um lugar tão negro que os seus dez antepassados decidiram debandar e fundar uma nova sociedade com novas regras.

Neste mundo, as mulheres e as suas filhas levam uma vida austera e controlada pelos patriarcas. O destino não lhes pertence. Apenas no verão, e enquanto crianças, é que elas são livres. Assim que a puberdade desperta, tornam-se esposas em treino nas mãos dos pais, dos maridos e dos seus governantes. Logo que deixam de ser úteis, são imediatamente descartadas, segundo os rituais da ilha.

Todas as mulheres cumprem as regras. Até que um dia, a pequena Caitlin assiste a algo tão chocante que não consegue guardar silêncio sobre o que sente. Ela conta às outras. A palavra espalha-se. A redoma quebra-se. E então, uma pergunta paira-lhes na cabeça: será o destino delas assim tão inevitável?

Crua, destemida e negra. A história de um culto numa ilha isolada, a que nenhum leitor ficará indiferente.



Não desobedecereis aos vossos pais.

Não entrareis em casa de outro homem sem serdes convidados.

Não tereis mais de dois filhos.

Não tocareis numa filha que sangrou até que esta entre no seu verão de fruição.

Não permitireis que as vossas mulheres se percam em pensamentos, atos ou em corpo.

Não permitireis que as mulheres que não sejam irmãs, filhas ou mães se reúnam sem um homem para orientá-las.

Não matareis.


«Uma obra que partilha o mesmo ADN de Nunca me Deixes, de Kazuo Ishiguro, e de The Handmaid's Tale, de Margaret Atwood.» — New York Times Book Review

«Uma estreia assustadora e confiante… Uma distopia provocante e de leitura compulsiva sobre um patriarcado fora do controlo — o ideal para o aguentar até à próxima temporada de The Handmaid’s Tale.» ― People

 Sobre a autora:

Jennie Melamed, norte-americana, é autora e enfermeira psiquiátrica. Durante o seu doutoramento, investigou os aspetos antropológicos, biológicos e culturais do abuso de crianças.